domingo, 1 de maio de 2011

1º de Maio relembra luta de trabalhadores e mostra resistência aos planos do governo Dilma


Neste 1º de Maio, como é tradicional, vamos relembrar a luta dos operários de Chicago (EUA), em 1886, que morreram para defender a jornada de 8 horas diárias.

Em 1891, em Paris, na França, os trabalhadores socialistas dos países industrializados da época, reunidos no congresso da Segunda Internacional Socialista, consagraram o 1º de Maio como o dia da luta pelas 8 horas de trabalho. Naquele tempo os operários trabalhavam 12, 15 e até 18 horas por dia. Não havia descanso semanal nem férias. Para o mundo do trabalho não existiam leis.

Neste 1º de Maio também teremos um motivo especial, é o primeiro ano do governo de Dilma, que pretende jogar por água abaixo leis trabalhistas e previdenciárias.

Com quatro meses de governo, Dilma Rousseff já mostrou a que veio. Tanto nos episódios do reajuste dos salários dos parlamentares, no arrocho ao salário mínimo, no corte de 50 bilhões no orçamento, na forma de ajuste da tabela do Imposto de Renda e no ataque aos movimentos sociais, a partir da presença no Brasil de Barack Obama, Dilma vem construindo um perfil de governo.

Já há ameaças como o aumento da idade mínima para aposentadoria, redução da contribuição da patronal para o INSS, reforma tributária, reforma política, aumento da taxa Selic, aumentando desta forma mais 1 bilhão nas dívidas interna e externa e uma série de outros ataques aos trabalhadores e seus direitos.

Dilma deve seguir a mesma política dos governos Lula e FHC de reformas neoliberais, privatizações e manterá a mesma relação privilegiada com os bancos e grandes empresas. Por isso, é necessário repudiá-la.

Vamos às ruas no 1º de Maio com nossas faixas, bandeiras, palavras de ordem.  Há atividades em diversas cidades. Informe-se da atividade na sua cidade. Participe. Fortaleça a luta internacional dos trabalhadores!

- Redução e congelamento dos preços;
- Aumento geral dos salários e das aposentadorias;
- Direitos sociais e trabalhistas;
- Melhores condições de trabalho;
- Valorização dos serviços e dos servidores públicos;
- Transporte público, de qualidade e não aumento das tarifas;
- Moradia digna para os trabalhadores;
- Não ao pagamento da dívida pública.

Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED

Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional (LIT-QI) São Paulo, 1º de Maio de 2011

LIT-QI: A luta operária, internacional e socialista é mais atual que nunca

Leia abaixo a declaração da LIT-QI para o Primeiro de Maio



LIT-QI
 


• O Primeiro de Maio nasceu já faz mais de 120 anos, como uma homenagem aos chamados Mártires de Chicago, nos Estados Unidos, julgados e condenados à morte por liderar uma luta contra a exploração capitalista. Desde 1889, considerou-se que a melhor forma de expressar essa homenagem seria realizar todo ano, nesta data, um dia internacional de luta pelas reivindicações da classe operária. Naquela época, foi assumido como eixo central a luta para conquistar a jornada de 8 horas de trabalho.

Desde então, a burguesia tentou, primeiro, apagar a data da memória dos trabalhadores e, depois, como não obteve êxito, procurou tirar o seu conteúdo de luta e transformá-la em um inofensivo “dia de festa”. A partir da década de 1990, este objetivo acentuou-se com uma campanha ideológica que anunciava estrondosamente o triunfo do “capitalismo sobre o socialismo” e o fim da “luta de classes”.

No entanto, como poucas vezes nos últimos anos, neste Primeiro de Maio, uma realidade mundial de luta dos trabalhadores e dos povos, em diversas regiões, mostra-nos que a luta de classes está mais presente que nunca, assim como suas perspectivas revolucionárias internacionais.

A revolução árabe
No mundo árabe, assistimos hoje uma das ondas de ascensão revolucionária de massas mais importante de sua história moderna, que o converteu no epicentro da situação mundial. Iniciou-se na Tunísia e teve continuidade no Egito, e não há praticamente nenhum país dessa região que não seja afetado por alguma de suas manifestações. Essa onda já derrubou dois ditadores (Ben Ali na Tunísia e Hosni Mubarak no Egito) e ameaça todas as ditaduras e monarquias reacionárias da região, a maioria delas agente do imperialismo. Chegou inclusive à Síria, onde o regime “dinástico” dos Assad ainda conserva alguma “aparência” de autonomia ante o imperialismo.

Por razões históricas e estruturais, essa onda revolucionária tende, de modo natural, a superar as fronteiras nacionais e a se estender e se unificar em todo o mundo árabe.

Olhando superficialmente, a atual onda da revolução árabe pode parecer só uma “luta pela democracia”. É verdade que o primeiro objetivo das massas é derrubar os odiados ditadores e seus regimes e obter plenas liberdades democráticas. Mas o seu conteúdo profundo é muito mais amplo, porque inclui resolver as gravíssimas condições dos trabalhadores e do povo e a necessidade de acabar com o saque imperialista e as oligarquias burguesas nacionais que geram essas condições de vida. E, como um elemento central, a necessidade de arrancar do coração do mundo árabe o punhal fincado que representam Israel e a tragédia do povo palestino.

As burguesias árabes “nacionalistas laicas” já mostraram que são incapazes de conseguir algum desses objetivos e que, cedo ou tarde, acabam se transformando em agentes do imperialismo contra a luta dos trabalhadores e do povo. As organizações islâmicas começam a mostrar isso, como se vê, por exemplo, nas posições políticas que a Irmandade Muçulmana teve ao longo de todo o processo egípcio (primeiro negociação com Mubarak e, agora, apoio ao governo do exército).

Afirmamos que, no mundo árabe, desenvolve-se uma “revolução socialista inconsciente” que, na luta pela democracia e pela libertação nacional, deve avançar necessariamente até a luta pelo socialismo. É socialista pelos inimigos que enfrenta (o imperialismo, Israel e as burguesias nacionais); porque as tarefas que deve implementar só podem ser realmente resolvidas derrotando o imperialismo e o capitalismo; e, finalmente, porque os seus protagonistas são os trabalhadores e o povo, os únicos que podem levar essa luta até o final.

Nesse sentido, o processo iniciado em 25 de janeiro de 2011 teve como antecedentes várias greves e lutas dos operários têxteis da cidade de Mahallah, no delta do Nilo. Inclusive, uma das organizações juvenis mais ativa nas mobilizações que derrubaram Mubarak se chamava “6 de Abril” porque se formou para aderir a uma dessas jornadas de luta.

Finalmente, a gota d’água na luta contra Mubarak e que acelerou sua queda foi a onda de greves dos últimos dias antes de 12 de fevereiro de 2011: operários têxteis de Mahallah, trabalhadores do Canal de Suez, trabalhadores da saúde, da educação, dos bancos e do transporte do Cairo etc.

Então, a grande tarefa atual é que esse “conteúdo operário e socialista” penetre na consciência das massas egípcias e árabes, e que essa consciência se expresse na continuidade de sua mobilização (superando as armadilhas e as ilusões da democracia burguesa) e em avanços na sua organização independente de qualquer variante burguesa. Especialmente, na construção de partidos operários revolucionários capazes de liderar a revolução até o final.

A luta na Europa
Cruzando o Mediterrâneo, os trabalhadores e a juventude europeias continuam a luta, iniciada em 2010, contra os duríssimos planos de ajuste que os governos (sejam da direita clássica ou de partidos social-democratas) e as patronais aplicam para fazer recair sobre os seus ombros o custo da crise econômica internacional e dos imensos pacotes de ajuda que deram aos bancos e ao parasitário sistema financeiro.

Em 2011, já houve uma nova greve geral na Grécia. No mês passado, uma imensa mobilização em Portugal, impulsionada pela juventude trabalhadora e estudantil, a chamada “geração à rasca” (geração perdida), foi o ponto mais alto da resposta social, que obrigou o governo do primeiro-ministro Sócrates a renunciar. Mais recentemente, centenas de milhares de pessoas se manifestaram em Londres contra os cortes no orçamento aplicados pelo governo conservador-liberal.

Aqui também a luta tende a tomar rapidamente um caráter internacional. Acordos como a União Europeia e a “zona euro” (os 16 países que adotaram o euro como moeda) mostram claramente o seu caráter de organizações imperialistas contra os trabalhadores, como fica evidente nos ferozes ajustes que devem ser feitos por governos como os de Portugal ou da Grécia para receber uma “ajuda” que só tem como objetivo salvar os bancos e aumentar ao máximo a exploração dos trabalhadores, liquidando antigas conquistas trabalhistas e precarizando benefícios, como a saúde e a educação públicas.

Em todos os casos, esses governos contam com a cumplicidade das burocracias sindicais que, inclusive quando se veem obrigadas a impulsionar lutas, atuam para dividir e frear os processos. De qualquer maneira, sua ação sempre está destinada a salvar esses regimes políticos, a UE e a zona euro. Se não fosse pelo papel dessas burocracias, muitos desses governos já teriam caído ou estariam para cair.

Além disso, devido à ação das burocracias, os trabalhadores de cada país tiveram que sair à luta contra as mesmas medidas impostas pelo imperialismo, mas o fizeram separadamente, cada um por sua conta. Embora os inimigos fossem os mesmos e os planos de fome impostos a partir do mesmo padrão da União Europeia, a política das burocracias sindicais foi isolar uma luta das outras. Por isso, na Europa, é necessária a construção de uma alternativa classista perante os governos e que unifique a luta contra a burocracia em cada país e a luta da classe operária europeia em seu conjunto.

Em todo o mundo
No mesmo caminho de seus pares europeus, o governo de Obama, nos EUA, acaba de apresentar um orçamento que contém o “maior corte da história do país”. Ainda que a situação de luta esteja bem mais atrasada que na Europa, a recente mobilização no estado de Wisconsin e as do ano passado na Califórnia contra os cortes no orçamento estadual para a saúde e a educação públicas, que unificaram os trabalhadores destes setores com os estudantes e usuários, podem estar assinalando o fim da “tranquilidade”.

Nos primeiros anos do século XXI, vários países latino-americanos viveram processos revolucionários (Equador, Argentina, Venezuela, Bolívia). Auxiliados por uma situação econômica relativamente boa, os governos de frente popular ou populistas (como os de Chávez, Evo Morales, Correa e Lula) conseguiram controlar e barrar este processo. Mas essa “tranquilidade” também pode começar a ter problemas.

À superexploração soma-se agora a inflação, que deteriora o poder de compra dos salários. O governo de Evo teve que retroceder no “gasolinazo” (brutal aumento do preço dos combustíveis) diante da reação operária e popular. No “estável” Brasil da era Lula, agora com o governo de Dilma Rousseff, mais de cem mil trabalhadores da construção civil de obras públicas (um dos setores mais explorados da classe operária brasileira) fizeram uma duríssima greve contra as empresas construtoras (muito ligadas ao governo) com métodos muito radicais de incendiar os pavilhões dos canteiros de obras.

Todas essas lutas colocam a necessidade da unidade internacional dos trabalhadores. Uma unidade que esteve na origem do movimento operário e que foi a marca registrada dos primeiros esforços de organização dos trabalhadores. Lutas semelhantes explodem em diferentes partes do planeta e demonstram que é necessário retomar essa tradição que expressa o Primeiro de Maio e está presente hoje. A solidariedade internacional entre os trabalhadores é uma ferramenta para a própria luta, porque pode ser fundamental para derrotar a burguesia e arrancar conquistas. Por exemplo, na Europa, a unidade entre os trabalhadores do continente é uma necessidade para derrotar a União Europeia imperialista e os seus planos. E a vitória de uns ajuda o avanço dos trabalhadores de outros países em luta. Além disso, permite retomar e fazer avançar a consciência internacionalista da classe operária, que foi característica do surgimento do movimento operário.

A unidade nas lutas coloca outra questão profunda: no sistema capitalista, nenhuma conquista obtida com a luta é permanente. O sistema capitalista, em sua decadência e em busca do lucro, ataca para retirar e fazer retroceder as conquistas que concedeu em outros momentos. Assim aconteceu, por exemplo, com a jornada de 8 horas, a estabilidade de emprego, a idade de aposentadoria etc. Por isso, o capitalismo não pode ser mudado de forma gradual por meio de reformas. Essas reformas progressivas quase não existem hoje, mas se a burguesia as concede como consequência das lutas, amanhã mesmo vai atacar para eliminá-las. A conclusão é que é necessário mudar o sistema, superá-lo pela ação revolucionária, isto é, conquistar a emancipação dos trabalhadores.

“A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”
Em um dos seus textos mais importantes dirigidos à classe operária, o Manifesto Comunista, Karl Marx e Friedrich Engels terminam com uma consigna que é, ao mesmo tempo, toda uma definição política: “A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”.

Com ela, queriam expressar que somente a classe operária seria capaz de levar até o final a luta contra o capitalismo e pela sua destruição, imprescindível para conduzir até o fim a luta pela emancipação da exploração e da opressão. E que, nessa luta, deveria ser autodeterminada, totalmente independente de qualquer variante política da burguesia, que sempre procuraria levar a classe operária a “reboque” de suas posições. O Primeiro de Maio como jornada de luta operária e socialista está profundamente imbuído desse caráter.

Nos últimos anos, essa proposta foi duramente questionada pela grande maioria da esquerda mundial, que abandonou a luta pela revolução socialista e pela emancipação da classe operária que, com diferentes sistemas teóricos e políticos, defendia em décadas anteriores. Um setor limita-se a postular a “humanização” do capitalismo e, para isso, a necessidade de se integrar plenamente nas instituições burguesas e nos seus governos. Outros afirmam que a saída é a proposta pelos setores burgueses populistas de esquerda, como Chávez na Venezuela, que saiu em defesa das sanguinárias ditaduras de Kadafi na Líbia e Assad na Síria.

A proposta da LIT-QI
De parte da LIT-QI, reivindicamos a fundo a consigna do Manifesto Comunista e afirmamos que ela está mais atual que nunca. Dizemos isso em um duplo sentido.

Em primeiro lugar, a classe operária está cada vez mais presente nas lutas, como mostram a resistência contra os ajustes na Europa e nos EUA, os processos revolucionários no mundo árabe, ou as greves contra a inflação e os “tarifazos” na América Latina. E, com sua luta, pode encabeçar uma aliança com os outros setores oprimidos e explorados, como os camponeses pobres, as massas urbanas não operárias e as nacionalidades oprimidas.

Em segundo lugar, é necessário retomar o internacionalismo operário. Em terceiro lugar, para acabar com a exploração, a fome, a miséria e o risco de destruição a que o capitalismo imperialista submete o mundo, é necessário uma revolução liderada pela classe operária, primeiro passo para a construção do socialismo. Não há como “humanizar” ou “reformar” o capitalismo.

A “mãe de todas as tarefas”
Os trabalhadores e as massas continuam mostrando um grande heroísmo em suas lutas. Basta ver, por exemplo, a combatividade que hoje vemos no mundo árabe. Mas o capitalismo imperialista e as burguesias nacionais associadas não vão se render “mansa e educadamente” perante essas lutas. Pelo contrário, como um leão que lambe suas feridas, respondem com ferocidade e recuperam o terreno perdido.

A revolução árabe e as lutas na Europa e no resto do mundo nos mostram a necessidade urgente da construção de uma direção revolucionária internacional, capaz de impulsionar e unificar essas lutas e levá-las até o seu triunfo definitivo (a derrota completa do imperialismo).

Esta é a “mãe de todas as tarefas”, que propomos a todos os lutadores operários e populares do mundo. Para nós, ela se concretiza na reconstrução da IV Internacional e suas seções, os partidos revolucionários nacionais. É nessa tarefa que a LIT-QI concentra todos os seus esforços.

Afirmamos, ao mesmo tempo, que a construção de uma direção revolucionária mundial não pode ser levada a cabo sem combater permanentemente todas as direções frentepopulistas, populistas, fundamentalistas, reformistas, “socialistas burocráticas”, que tentam desviar a luta dos trabalhadores e das massas para becos sem saída. E também sem combater os que, com qualquer argumento, capitulam a estas direções.

Baseados nesta experiência, temos um claro critério para nos posicionar em todas as lutas: estamos com os explorados e oprimidos contra os exploradores e os opressores. Por isso, estamos com os trabalhadores, a juventude e os povos árabes contra os seus ditadores e burguesias; estamos com o povo líbio contra Kadafi e contra a intervenção imperialista; estamos com a resistência afegã pela derrota dos invasores imperialistas; com o povo palestino contra Israel; com o povo haitiano para que expulse os “capacetes azuis” da ONU e os marines ianques; apoiamos os trabalhadores europeus contra os seus governos e patrões; os imigrantes em sua luta para conquistar plenos direitos políticos, trabalhistas e sindicais; as mulheres, os jovens e os que têm orientações sexuais diferentes, contra a opressão, a discriminação e a perseguição que sofrem no capitalismo.

Viva a revolução árabe!

Viva a luta da juventude e dos trabalhadores europeus!

Viva o internacionalismo operário! Viva a luta dos trabalhadores e dos povos de todo o mundo!

Pela derrota do capitalismo imperialista!

Viva a Revolução Socialista Internacional!


Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional (LIT-QI)
São Paulo, 1º de Maio de 2011


Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED

Professores em greve protestam por pagamento do piso‏

Uma comissão do Município recebeu os manifestantes, mas negociações ainda não avançaram


Professores da rede pública de ensino de Fortaleza protestaram nesta sexta-feira (29) em frente à Secretaria de Educação do Município.
Os professores ocuparam o trecho da avenida Pontes Vieira, que fica entre a Secretaria de Educação e a Assembleia Legislativa. Os educadores querem que a Prefeitura pague o piso nacional da categoria, aprovado pelo governo federal e mantido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente fixado em R$ 1.597,87.
Desde 11 de fevereiro passado, os professores declararam estado de greve, insatisfeitos com as negociações mantidas com a administração municipal. Segundo Gardênia Baima, da direção colegiada do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sindiute), a principal reivindicação é o pagamento do piso salarial.
Segundo o Sindiute, a Prefeitura de Fortaleza paga R$ 1.003,00. O secretário de Administração, Vaumik Ribeiro, este ano a categoria de professores já recebeu aumento de 6,47% na data base, no mês de janeiro.

Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED

Grande ATO NA UEVA SEGUNDA FEIRA 02 DE MAIO

Em protesto a falta de prioridade em nossa universidade, convocamos todos os estudantes para um  grande ato:
Dia: 02/05/2011 às 08:00 e 18:30  EM FRENTE A PORTÃO DA BETÂNIA.
 
Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED
 


Coletivo CSP-CONLUTAS PELA BASE NA EDUCAÇÃO divulga boletim informativo





ESTAMOS EM GREVE!
NÃO INICIEMOS O ANO LETIVO DE 2011 ENQUANTO NOSSOS DIREITOS NÃO SEJAM CUMPRIDOS!

Estamos em GREVE
A categoria dos professores municipais de Fortaleza começa a responder aos ataques da prefeita Luizianne (PT), ao decidirem em assembleia começar uma GREVE GERAL da categoria a partir de 26 de abril. Definindo por não iniciar o ano letivo de 2011. Portanto, neste dia devemos promover uma grande assembleia de início da GREVE e não irmos às escolas. 

É lutar agora ou perder direitos históricos
Temos que ter claro que essa GREVE terá que enfrentar vários obstáculos. Porém, não devemos desanimar. Os professores do município possuem uma trajetória de luta e organização. É necessário compreender que direitos conquistados através da luta histórica dos trabalhadores se encontram em risco iminente. A Prefeitura, inimiga n° 1 da educação, planeja retirar as férias, a licença-prêmio e a redução de carga horária. E apesar de termos direito a 30 dias de férias após cada semestre letivo isto não vem sendo respeitado. Querem nos fazer acreditar que o recesso de natal-ano novo foi uma antecipação de parte das férias. Nada mais falso! E mais: vários professores recém concursados e substitutos estão sendo obrigados a trabalhar durante as “férias”. Realmente não há limites para o absurdo. A licença-prêmio concebida a cada 5 anos é outro direito que vem sendo negado. Assim como, os professores que possuem tempo ou idade são impedidos pela prefeitura petista de usufruir do seu direito a redução da carga horária. O planejamento na rede municipal de ensino é inexistente. Luizianne intensifica a exploração sobre os professores ao negar tempo suficiente para planejamento das aulas.
    
Uma GREVE também para garantir a implantação da Lei do Piso
Tivemos uma vitória parcial ao derrotamos a ADIN (Ação Direta de 
Inconstitucionalidade) movida por 5 governadores, incluindo Cid Gomes (PSB). Mas essa luta, que já tem 20 anos, não pode parar por aí. Somente através da luta organizada poderemos fazer valer o Piso. Devemos também nos manter mobilizados para garantirmos o 1/3 para planejar, pois o STF não é digno de confiança. Consideramos ainda que um PISO minimamente decente deveria ter como vencimento base o salário mínimo que propõe o DIEESE, de R$ 2.194. Assim, como defendemos que o tempo ideal de planejamento deve ser de 50% da carga horária. Mas, mesmo com uma Lei do Piso rebaixada, Cid e Luizianne demonstram seu total desprezo pela educação pública, ao não aplicarem imediatamente a Lei. Portanto, nós professores devemos implantar o piso através das lutas, exigindo o cumprimento imediato da lei do piso e partindo para a conquista do piso do DIEESE e de 50% de tempo para planejamento. 

A direção majoritária do SINDIUTE deixa a desejar
Nós, que compomos o coletivo CSP-CONLUTAS pela base na educação, acreditamos que há muito ainda o que fazer para que saiamos vitoriosos dessa luta. Consideramos também que a direção majoritária do SINDIUTE tem pecado em muitos pontos. Um ponto central é a mobilização efetiva da base da categoria, sem isto não iremos chegar a lugar algum. Tal fato é constatado, quando observamos a falta de divulgação das assembleias nos meios de comunicação. Não menos importante e que queremos ressaltar é a questão da democracia sindical. Em nossa opinião, discussões atravessadas, votações ilegítimas, difamações etc não deveriam fazer parte da prática dos sindicatos. O atrelamento dos sindicatos aos governos também deve ser repudiado.

GREVE e unidade na luta para garantir direitos: ato nacional dia 28 de abril
Vamos construir uma greve para garantir a manutenção de nossos direitos. E a força de nossa luta está na unidade dos trabalhadores, para tanto, aprovamos na última assembleia um ato dos professores no dia 28 de abril que é o dia nacional de luta contra os ataques aos direitos dos trabalhadores. Demais trabalhadores estarão lado a lado com professores fortalecendo a luta para manutenção dos direitos. UNIDADE DE CLASSE PARA FORTALECER A LUTA!

Calendário de Luta:
·        Assembleia Geral – 26/04, às 10h no Ginásio Marista;
·        Ato de Rua – 28/04. Caminhada até o Paço Municipal.Concentração na Praça da Bandeira às 9h.



Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED

sábado, 30 de abril de 2011

DIREITO DE RESPOSTA DO COLETIVO FLORESCER DA LUTA SOBRE A UNE!

DIREITO DE RESPOSTA DO COLETIVO


O Coletivo Florescer da Luta vem a público, esclarecer que é um movimento social que não está para segregar o movimento estudantil da UEVA, como fomos indevidamente acusados pela atual gestão do DCE, e sim estamos para INFORMAR aos alunos sobre toda sujeira debaixo do tapete do Movimento Estudantil sugerido pela atual gestão do DCE e não só para isso, como também para lutar e discutir os problemas sociais que afetam a todos nós.

Primeiramente precisamos esclarecer que o Coletivo Florescer da Luta é de vários alunos de diversos cursos que opinaram para agir a partir da inoperância da atual gestão do DCE. A mesma tem ligações partidárias que impedem o M.E de agir independente do governo. A UNE não foge a regra!Quando falamos que a UNE recebeu trinta milhões do Governo Federal, isso foi apenas uma forma de deixarmos os estudantes bem informados, e apenas uma das formas de exemplificar o cala boca que o governo dá na UNE!

Entendemos a intenção de um dos membros do DCE de falar que tiveram pessoas que morreram na época da ditadura e que eram da UNE e também do PCdoB, porém é contraditório que hoje pessoas que são da direção majoritária da UNE, que são da UJS e do PCdoB andarem de braços dados com esse governo federal que não abre os arquivos da ditadura militar, e que anda de braços dados com o atual sistema capitalista e neoliberal, que privatizam a educação. Falaram também que eles lutam, mais que lutas são essas que eles não dissociam desse governo? Tanto Federal como Estadual?

E mais, quanto vale uma vida? O governo nos deve dinheiro por vidas perdidas na ditadura? O membro do DCE que levantou essa questão e a respondeu por si só: VALE DINHEIRO! Pois o governo paga em dinheiro pra UNE hoje , a vida daqueles que morreram ontem! Porque se pode aplaudir a UNE pelos feitos da época da ditadura militar, e não se pode levantar o que a UNE é hoje? Portanto nossa intenção não é segregar e sim afunilar a luta como estamos fazendo desde dois mil e dez, e que questões que são levantadas como as da UNE, sejam discutidas, não estamos num país democrático?

Alunos, antes de engolir qualquer coisa que é dita, e antes de aplaudir qualquer retórica meramente politiqueira e subversiva, o Coletivo Florescer da luta da a dica: PESQUISEM! Busquem em blogs, sites, e etc... A UNE NOS FOI EXEMPLO NO PASSADO! HOJE ESTÃO AO LADO DOS ATUAIS DITADORES E REPRESSORES DO MOVIMENTO ESTUDANTIL E SÓ VÃO AS RUAS PARA BRIGAR POR VERBAS E MAIS VERBAS, QUE ESTUDANTE NENHUM AQUI DA UEVA SE UTILIZA DELAS!

BLOG: http://florescerdaluta.blogspot.com/

ACESSEM: Comunidade no orkut: Coletivo florescer da luta e da UEVA, nas duas comunidades há fóruns de debates! Diga não a alienação!!!
ENCONTROS TODAS AS SEGUNDAS NO PÁTIO DO NDC AS 18:30 h



 Ex presidenta da UNE COM o ex Presidente do Brasil! Olha a cara de satisfação desse povo!
Olha só nosso ex presidente no congresso da UJS: Traduzindo a UNIÃO DOS JOVENS SOCIALISTAS da qual fazem parte a maioria dos membros do DCE é da base governista!

 Crítica!
Golpe final: UNE, INÁCIO ARRUDA, LULA MORAIS E SR.GOVERNADOR! Aliados do governo (PCdoB e UNE) não vão contra o governo só por causa do Movimento estudantil da UEVA!Eles querem neutralizar nosso movimento apoiando falsos militantes que buscam postos em DCE para se beneficiar com partidos políticos, prejudicando assim o movimento!
E se denunciar isso é segregar, pois então que SEJA!!!

sábado, 23 de abril de 2011

Relatório comprova aumento da repressão a ativistas no Brasil.

11/04/2011
 Dossiê comprova aumento da repressão a ativistas no Brasil
Da redação(Caros amigos)
Um relatório lançado em abril pelo PAD - Processo de Articulação e Diálogo - apresenta casos graves de violação de direitos e confirma o aumento da violência contra organizações da sociedade civil e movimentos sociais.

O relatório revela que opositores à construção da hidrelétrica de Belo Monte enfrentam ameaças e acusações há mais de duas décadas e que alguns sucumbiram diante da violência e abusos. Mostra ainda que pelo menos um milhão de pessoas sofrem por causa da construção de barragens, sem compensação real pelas perdas.
O dossiê indica também mecanismos que o Estado brasileiro cria para criminalizar organizações populares e destaca que dezenas de camponesas sofrem ainda por causa de manifestação contra o avanço do deserto verde e pela soberania alimentar no sul do país. Traz casos como de grampos telefônicos, apreensão ilegal de documentos e infiltração visando incriminar militantes do MST e também denuncia a violência contra os povos indígenas, especialmente aos Guarani-Kaiowá, sem terras demarcadas no Mato Grosso do Sul

O dossiê intitulado “A repressão aos defensores de direitos humanos e movimentos sociais no Brasil” foi entregue à ministra de Direitos Humanos Maria do Rosário, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, e divulgado simultaneamente no Brasil e Europa. A delegação que está denunciando os abusos é formada por lideranças camponesas, indígenas, sem-terra e atingidos por barragens que pertencem a entidades que compõem o PAD.
http://www.mst.org.br/sites/default/files/PAD%20-%20dossi%C3%AA%20sobre%20repress%C3%A3o%20aos%20movimentos%20sociais.pdf

Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED

AVISO PARA 2º período manhã

A professora Nilene avisa:
O Seminário de Modalidades Educativas III - 2º período  manhã foi adiado para:
23 a 27 de maio/2011.

Feliz Páscoa!





Aproveitando o post, gostaríamos que tod@s conhecessem dois blogs muito  importante são eles:

O blog da

CSP-CONLUTAS pela base na Educação

endereço:http://cspconlutaspelabasenaeducacao.blogspot.com/


Instituto EDUCAH: Centro de vivências multidisciplinar, com atendimento especializado em Psicopedagogia, Fonoaudiologia, Nutrição, Arteterapia, Educação Especial, Psicomotricidade, Acompanhamento Pedagógico. APRENDIZAGEM, SAÚDE E BEM-ESTAR Email: institutoeducah@yahoo.com.br Tel.: (85)3087.3639 - Rua Júlio César, 840 - Jardim América. CEP: 60.425-350

endereço: http://www.educah.blogspot.com/

Postado por: Marcos Adriano

Presidente do CAPED 

PESQUISA SOBRE POPULAÇÃO COM DIPLOMA UNIVERSITÁRIO DEIXA O BRASIL EM ÚLTIMO LUGAR ENTRE 36 PAÍSES (email recebido pelo CAPED)

PESQUISA SOBRE POPULAÇÃO COM DIPLOMA UNIVERSITÁRIO DEIXA O BRASIL EM ÚLTIMO LUGAR ENTRE 36 PAÍSES
Fonte: Amanda Cieglinski, Agência Brasil de 21.04.2011
Brasília – Para concorrer em pé de igualdade com as potencias mundiais, o Brasil terá que fazer um grande esforço para aumentar o percentual da população com formação acadêmica superior. Levantamento feito pelo especialista em análise de dados educacionais Ernesto Faria, a partir de relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), coloca o Brasil no último lugar em um grupo de 36 países ao avaliar o percentual de graduados na população de 25 a 64 anos.

Os números se referem a 2008 e indicam que apenas 11% dos brasileiros nessa faixa etária têm diploma universitário. Entre os países da OCDE, a média (28%) é mais do que o dobro da brasileira. O Chile, por exemplo, tem 24%, e a Rússia, 54%. O secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio Costa, disse que já houve uma evolução dessa taxa desde 2008 e destacou que o número anual de formandos triplicou no país na ultima década.

“Como saímos de um patamar muito baixo, a nossa evolução, apesar de ser significativa, ainda está distante da meta que um país como o nosso precisa ter”, avalia. Para Costa, esse cenário é fruto de um gargalo que existe entre os ensinos médio e o superior. A inclusão dos jovens na escola cresceu, mas não foi acompanhada pelo aumento de vagas nas universidades, especialmente as públicas. “ Isso [acabar com o gargalo] se faz com ampliação de vagas e nós começamos a acabar com esse funil que existia”, afirmou ele.

Costa lembra que o próximo Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece como meta chegar a 33% da população de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior até 2020. Segundo ele, esse patamar está, atualmente, próximo de 17%. Para isso será preciso ampliar os atuais programas de acesso ao ensino superior, como o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), que aumentou o número de vagas nessas instituições, o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece aos alunos de baixa renda bolsas de estudo em instituições de ensino privadas e o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), que permite ao estudantes financiar as mensalidades do curso e só começar a quitar a dívida depois da formatura.

“O importante é que o ensino superior, hoje, está na agenda do brasileiro, das famílias de todas as classes. Antes, isso se restringia a poucos. Observamos que as pessoas desejam e sabem que o ensino superior está ao seu alcance por diversos mecanismos”, disse o secretário.

Os números da OCDE mostram que, na maioria dos países, é entre os jovens de 25 a 34 anos que se verifica os maiores percentuais de pessoas com formação superior. Na Coreia do Sul, por exemplo, 58% da população nessa faixa etária concluiu pelo menos um curso universitário, enquanto entre os mais velhos, de 55 a 64 anos, esse patamar cai para 12%. No Brasil, quase não há variação entre as diferentes faixas etárias.

O diagnóstico da pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) e especialista no tema Elizabeth Balbachevsky é que essa situação é reflexo dos resultados ruins do ensino médio. Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está cursando o ensino médio. A maioria ou ainda não saiu do ensino fundamental ou abandonou os estudos. “Ao contrário desses países emergentes, a população jovem que consegue terminar o ensino médio no Brasil [e que teria condições de avançar para o ensino superior] é muito pequena”.

Como 75% das vagas em cursos superiores estão nas instituições privadas, Elizabeth defende que a questão financeira ainda influencia o acesso. “Na China, as vagas do ensino superior são todas particulares. Na Rússia, uma parte importante das matrículas é paga, mas esses países desenvolveram um esquema sofisticado de financiamento e apoio ao estudante. O modelo de ensinos superior público e gratuito para todos, independentemente das condições da família, é um modelo que tem se mostrado inviável em muitos países”, comparou ela.

A defasagem em relação outros países é um indicador de que os programas de inclusão terão que ser ampliados. Segundo Costa, ainda há espaço – e demanda – para esse crescimento. Na última edição do ProUni, por exemplo, 1 milhão de candidatos se inscreveram para disputar as 123 mil bolsas ofertadas. Elizabeth sugere que os critérios de renda para participação no programa sejam menos limitadores, para incluir outros segmentos da sociedade.

“Os dados mostram que vamos ter que ser muito mais ágeis, como estamos sendo, fazer esse movimento com muita rapidez porque, infelizmente, nós perdemos quase um século de investimento em educação. A história nos mostra que a Europa e outras nações como os Estados Unidos e, mais recentemente, os países asiáticos avançaram porque apostaram decididamente na educação. O Brasil decidiu isso nos últimos anos e agora trabalha para saldar essa dívida”, disse a pesquisadora.

Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED

quinta-feira, 21 de abril de 2011

I SEMANA CULTURAL UFC SOBRAL




UFC - Campus Sobral Terá sua I Semana Cultural
            Nos dias 16, 17, 18 e 19 de maio de 2011, ocorrerá a I Semana Cultural da UFC no Campus de Sobral, cujo tema é “Opulência e Tradição: Re-descobrindo a Cultura Sobralense.” O evento tem como objetivo incentivar o desenvolvimento cultural dos estudantes da UFC, proporcionar uma maior integração entre seus cursos e promover um resgate da cultura sobralense.
A programação contará com os seguintes eixos principais: oficinas e cine-cultura, mostra de textos e imagens, apresentações de música, dança e teatro e mesas de discussão; sendo boa parte dela montada em cima da submissão de trabalhos e propostas de atividades dos estudantes e funcionários da UFC e da comunidade sobralense em geral.  As atividades da Semana ocorrerão distribuídas nos Prédios da UFC – Sobral e no Theatro São João. Haverá uma Calourada Geral da UFC - Sobral como encerramento das atividades da Semana, no dia 19 de maio: II UFC MIX: A Festa Continua!!
O prazo para a submissão de trabalhos é de 18 a 29 de abril, através do blog do evento: semanaculturalufcsobral.blogspot.com. As inscrições na Semana Cultural começarão no dia 4 de maio e poderão ser efetuadas junto aos centros acadêmicos e coordenações dos cursos do Campus Sobral da UFC.
 A realização desta Semana é uma iniciativa do movimento estudantil da UFC de Sobral, contando com o apoio dos centros acadêmicos dos oito cursos do Campus Sobral da UFC: Psicologia, Medicina, Odontologia, Engenharia Elétrica, Engenharia da Computação, Finanças, Economia e Música.
Para mais informações, visite: semanaculturalufcsobral.blogspot.com

Alerta aos Blogueiros!!

 
Você que curte a "onda dos blogs", ou é um blogueiro nato, vai adorar a mais nova categoria da Semana Cultural.

Se você tem um blog, escreve um monte de coisas legais... por que não compartilhar?

Na semana cultural teremos uma exposição só de blogs!! Você não pode ficar de fora dessa.

Como posso submeter meu blog?
Escreva uma descrição do seu blog e mande, juntamente com o link deste, para semanaculturalufcsobral@gmail.com. Utlilize o formulário padrão:


Como serão expostos os blogs?
Montaremos um painel junto com a exposição de textos, durante a Semana, com o nome dos blogs, links e descrições deles. Você também pode anexar alguma imagem relacionada. Os links ficarão todos disponíveis no blog da Semana Cultural para que todos possam conferir com calma, em casa. Participe!!
Nonata Jakeline C. Farias
Centro Acadêmico Damião Ximenes Lopes
Curso de Psicologia - UFC – Campus Sobral


Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED

quarta-feira, 20 de abril de 2011

EDITAL DA III SEMANA DE PEDAGOGIA 2011.






COMISSÃO ORGANIZADORA DA III SEMANA DE PEDAGOGIA


UNIVERSIDADE ESTADAL VALE DO ACARAÚ




   REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DO PEDAGOGO: (des) caminhos da identidade.



06 a 10 de junho de 2011



Comissão organizadora:

Centro Acadêmico de Pedagogia Rachel de Queiroz- CAPED, Professora Msc. Amélia Soares André e Professor Dndo. Francisco Ullissis Paixão e Vasconcelos



APRESENTAÇÃO
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O III Encontro Semana de Pedagogia possui, por função, promover o contato entre estudantes interessados nas problemáticas concernentes à formação e atuação do pedagogo na sociedade contemporânea.
O Encontro traz como tema: “Regulamentação da Profissão do Pedagogo: (des) caminhos da Identidade”. A escolha do tema se dá em virtude da aprovação da regulamentação do pedagogo, por intermédio da câmara dos Deputados e pela sua aprovação no dia 19 de agosto de 2009 o projeto de lei (4746/98) que trata do referido tema. Neste sentido se faz necessário essa discussão no meio acadêmico e outros a fim de debatermos a identidade e o papel do pedagogo na sociedade. Daí que Encontro dos estudantes de Pedagogia servirá como um cenário para que os diversos estudantes, atores sociais estabeleçam relações de trocas de saberes onde se faz pertinentes questões referentes à política e pedagogia. Estas discussões passarão por temas tais como: colocar aqui os temas abordados. No sentido de promover um amplo debate sobre os temas elencados promoverá palestras, oficinas, apresentações de trabalhos artísticos e científicos, dentre outros modos de encontro e reflexão. O evento acontecerá de 06 a 10 de junho e será dirigido a todos estudante de pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA e demais interessados em participar do encontro.

JUSTIFICATIVA    
               Percebemos, diante do dinamismo da história, que os acontecimentos, decisões políticas e outros vêm tomando dimensões dialógicas no contexto da sociedade, sendo assim e compreendendo a universidade como espaço de diálogos e produção do conhecimento é que se apresenta a III semana da pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, abordando a temática:” A Regulamentação da Profissão do Pedagogo: (des) caminhos da Identidade. A justificativa da escolha do tema se dá em meio a um contexto político que flexibiliza e terceiriza os serviços na escola; os avanços da ordem mercantilista neoliberal da educação; da desresponsabilização do Estado pela Educação; da implementação de medidas que acentuam a perspectiva produtivista, competitivista e controladora na educação. Diante do exposto a regulamentação da profissão do pedagogo dá apenas ao graduado em pedagogia a prerrogativa de exercer a profissão. No projeto de lei aprovada na câmara, os senhores Deputados Federais não citam as diretrizes curriculares da pedagogia de 2005, diante dessas e demais afirmações é que nos cabe perguntar, portanto, quem ganha e quem perde com a REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DO PEDAGOGO?
Neste sentido deve ser ressaltado que o encontro é um momento de articulação do movimento estudantil, configurando-se como um lugar propício ao exercício da democracia política ao mesmo tempo em que se incrementa a resistência às perversidades provocadas pelas ações políticas conectadas a práticas neoliberais. E ainda deve ser dito que o encontro deverá trazer maior visibilidade à UVA, quando esta se responsabilizará por receber pessoas para discussões de temas tão importantes, este encontro é um momento único de integração entre os estudantes do campus Betânia.

OBJETIVOS

GERAL
O III Encontro da Semana dos Estudantes de Pedagogia tem por objetivo discutir de forma crítica a Regulamentação da Profissão do Pedagogo e com isso elucidarmos e desvendarmos questões que nos inquieta. Esse evento tem, pois um caráter político, pedagógico e científico.

ESPECÍFICOS 
·                Refletir e discutir o exercício das atividades do pedagogo, segundo o projeto de lei – 4746/98;
·               Fortalecer a dimensão política do movimento estudantil de Pedagogia;
·               Promover a discussão do rumo que o pedagogo terá.              

  


Edital de apresentação de Trabalho
 III Semana da Pedagogia

         O Centro de Ciências da Educação – CCE, Centro Acadêmico de Pedagogia Rachel de Queiroz –CAPED, juntamente com o e comissão científica do III da Semana da Pedagogia lança edital de inscrições para apresentações de trabalhos dos Estudantes que se realizará na Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA de 6 a 10 de novembro de 2011.

RESUMOS SIMPLES, EXPANDIDO E ARTIGO

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS:
    A inscrição de trabalhos ocorrerá em três formas: Resumo simples, Resumo expandido e Trabalho completo. Estes deverão estar associados a um eixo temático ou tema transversal:

Eixos Temáticos
a) Trabalhos de Ensino: reflexões teóricas ou metodológicas e/ou atividades em disciplinas aplicadas a comunidade;
b) Trabalhos de Pesquisa: teóricos, estudos de casos e metodológicos;
c) Trabalhos de Extensão: teóricos, aplicações em execução, relatos de experiências (estágios e outros);
d) Educação de Jovens e Adultos - EJA;
e) Educação Popular;
f) Educação e trabalho;
g) Espaços escolares e não-escolares de educação;
h) Currículo;
i)Educação e diversidade.
j) Perspectivas teóricas, práticas e vivências em Educação Infantil;
l) Perspectivas teóricas, práticas e vivências no Ensino Fundamental;
m). Perspectivas teóricas, práticas e vivências em Movimentos Sociais,

TEMAS TRANSVERSAIS:
1. Movimento Estudantil
2. Formação de professores;
3. Educação e Psicologia;
4. Educação Inclusiva
5. História da Educação;
6. Arte educação e ludicidade;

Propostas a serem enviadas:
1 - Resumo simples: 01 a 02 laudas
2 - Resumo expandido: de 4 laudas a 5 laudas
Contendo a seguinte estrutura:
Introdução;
Objetivos;
Metodologia;
Resultados e discussões;
Considerações finais;
Palavras chaves ( no máximo 5)
Referências bibliográficas (no máximo 5 )

Fonte: Times New Roman, Tamanho da letra: 12. Espaçamento 1,5. Margem: 2cm em todas as margens. Papel A4, autores com a respectiva categoria profissional e titulação e E-mail (graduando, graduado, especialista, mestre, doutor) sublinhando o autor.

3 - Trabalho completo: contendo de 12 a 20 laudas;
Título de letras maiúsculas (centralizado).
Identificação do(s) autor(es); Nome da Instituição e e-mail. (centralizado)
Resumo de até 5 linhas, seguido de 3 palavras-chaves;
Introdução; Desenvolvimento; Considerações finais; Referências bibliográficas (normas da ABNT). Fonte: Times New Roman
Tamanho da letra: 12. Espaçamento 1,5. Margem: 2cm em todas as margens. Papel A4

AVALIAÇÃO E ACEITE
Os trabalhos aprovados pela Comissão  Científica serão publicados nos Anais da III Semana de Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú.

  • A Comissão Científica é soberana para selecionar, avaliar, aceitar ou recusar trabalhos para apresentação. Os trabalhos inscritos não serão devolvidos;
  • Os trabalhos aceitos serão apresentados na modalidade comunicação orais;
  • Serão aprovados os trabalhos que se configurarem como relevantes; para a educação e para os processos de formação acadêmica;
  • Não será aceito os trabalhos que não estejam conforme as normas científicas e de formatação estabelecidas neste edital;
  • Os trabalhos aprovados serão divulgados a partir de 23 de maio  no blog do encontro, http://capedueva.blogspot.com/ ;
  • Será aceito, no máximo um (1) trabalho por autor e até (02) como co-autor, devendo, todos os autores, estarem inscritos no evento, podendo culminar na invalidação da apresentação do trabalho, caso se proceda o contrário ;
  •  Apresentar comprovante de pagamento no dia da apresentação do trabalho.

Forma de apresentação dos trabalhos:
   O trabalho deverá corresponder a um eixo temático ou tema transversal.   A apresentação de resumos simples, expandidos e trabalhos completos será em forma de projeção em data show (power-point) colocar gráficos, tabelas ou fotos se assim desejar, O tempo total para a apresentação de trabalho na forma oral é de 15 minutos.

Informações adicionais:
Os trabalhos serão publicados em CD (com ISSN) e deverão obedecer as normas já mencionadas.

1. O envio dos trabalhos completos para seleção de publicação será até o dia 13 de maio de 2011, não havendo prorrogação.
2. Enviar o trabalho para o endereço capedueva@gmail.com
3. Será aceito os trabalhos de pesquisas concluídas ou em andamento.

DAS INSCRIÇÕES:
 As inscrições para participação no evento poderão ser feitas em duas opções:
®    A primeira no valor de R$ 15,00, com direito a camisa do evento.
®      A segundo no valor de  R$ 08,00 sem direito a camisa.
®    A ficha de inscrição estará disponível com o Centro Acadêmico de Pedagogia.
* independente do valor pago os mesmos terão direito a certificado.
®    O pagamento será realizado no ato da inscrição do participante no evento.
®     Só serão aceitas as inscrições feitas dentro dos períodos estabelecidos respeitando seus respectivos valores.
®      Os valores das inscrições serão os mesmos para as pessoas que irão apresentar trabalhos.


CALENDÁRIO DE ACOMPANHAMENTO

DATA
DESCRIÇÃO
25/04 a 13/05/2011
Inscrição de trabalhos
25/04 a 31/05
Participação
16 a 20/05/2011
Avaliação dos Trabalhos pela Coordenação Científica
23/05/2011
Divulgação dos Trabalhos aprovados na Coordenação e via E-mail e blog do CAPED: http://capedueva.blogspot.com/

 


METODOLOGIA

Credenciamento

01 a 03/05/2011 - Registro dos inscritos para que possam pegar o material do encontro.

Local: Sala dos Núcleos

Abertura
Agradecimentos aos parceiros institucionais que ajudaram na construção da III Semana da Pedagogia com apresentação dos membros da Comissão de Organização do evento. Introdução do tema central, localizando os (as) participantes sobre as temáticas que serão abordadas ao longo da semana.

Mesa Redonda:
Apresentação do tema aos participantes, no qual os facilitadores introduzem a discussão durante um determinado tempo.

Grupos de Discussão - GDs:
Espaço de debate com temas distintos, visando  um maior aprofundamento dos temas através de uma metodologia de participação horizontal. Os GDs terão no máximo 40 participantes.

Oficinas – OF:
Cursos curtos e de pouca abrangência, que geralmente dão uma visão parcial da área de conhecimento, e ao mesmo tempo buscam proporcionar aos alunos uma experiência prática do assunto ministrado (ação teórica-prática). As oficinas terão no máximo 35 participantes.



Apresentação de Trabalhos:
Momento onde serão socializadas as produções acadêmicas de diversos temas pelos participantes

Atividades Culturais:

Será realizada na noite do dia 08 de junho, um Chitão no restaurante Lagos em comemoração a 1 ano de Centro Acadêmico de Pedagogia Rachel de Queiroz, na ocasião será comemorado também o dia do Pedagogo, terão direito a entrada no evento os alunos inscritos na semana apresentando o exibível na portaria.( cada participante inscrito terá direito a 2 exibíveis)

Observações:
 A frequência das oficinas e dos GDs serão realizadas no término de cada momento.

 Postado por: Marcos Adriano
Presidente do CAPED